Título e Capa 3
Escrita / Enredo 4
Originalidade 4
Personagens 4
Final 5

Bom dia Turma! Enquanto não sai mais resenhas minhas sobre livro, vamos falar de filme! Recentemente no Netflix foi lançado um filme de guerra, mas não é apenas mais um filme de guerra, e vou dizer o motivo. Podemos começar com o diretor do filme, que é um tupiniquim, isso mesmo, temos um brasileiro na ..

Summary 4.0 great
Título e Capa 0
Escrita / Enredo 0
Originalidade 0
Personagens 0
Final 0
Summary rating from user's marks. You can set own marks for this article - just click on stars above and press "Accept".
Accept
Summary 0.0 bad

Castelo de Areia (Original Netflix) – Fernando Coimbra

"Aquele momento que você se machuca pra não ir pra escola" então... mais ou menos isso

“Aquele momento que você se machuca pra não ir pra escola” então… mais ou menos isso

Bom dia Turma! Enquanto não sai mais resenhas minhas sobre livro, vamos falar de filme! Recentemente no Netflix foi lançado um filme de guerra, mas não é apenas mais um filme de guerra, e vou dizer o motivo. Podemos começar com o diretor do filme, que é um tupiniquim, isso mesmo, temos um brasileiro na direção do filme. Mas o que isso quer dizer? Quer dize que veremos um filme numa visão menos “patriotismo aos Estados Unidos”. Mas isso é ruim? De certa forma, em minha opinião de bosta, é muito bom vermos um filme americano sem aquele saudosismo maluco de que os EUA é a melhor nação do mundo e sem dizer nas cenas de bandeira no fundo que sempre rolam atrás de tudo nesses filmes. O que quero dizer é que o filme é mais pé no chão com uma visão do que é a guerra. Tá, mas que filme estamos falando?

“O filme narra a história de um soldado que se alistou por tradição militar familiar e por não poder pagar a faculdade. Durante a Guerra do Iraque, depois da vitoria em Bagdá, são enviados para o que seria uma missão de férias depois do conflito. Sem a vocação militar Matt Ocre entende o que é camaradagem e o motivo de muitos militares não quererem voltar para a casa.”

Netflix, castelo de areia, original Netflix, filme de guerra, guerra do iraque, Nicholas Hoult, filmes de Nicholas Hoult (2)

“Poderia ter ficado em casa upando”

A Netflix, inovadora como é, sempre nos surpreende com produções originais, e dessa vez nos trouxe mais uma obra dirigida por um brasuca, Nícolas Coimbra amigo de José Padilha, que mostrou que sim, podemos dirigir filmes com qualidades excepcionais. No filme vemos a relação de um soldado com sua pátria e vontade de lutar, que na verdade são somadas em 0. Quem serviu ao exército sabe muito bem como podem atrapalhar soldados sem vontade e que ainda por cima simulam acidentes para não participar de missões, isso é comum em todas as forças. O personagem ao qual me refiro é interpretada por  Nicholas Hoult conhecido por fazer outros filmes (o namorado zumbi nos cinemas e também piloto em desertos fumegantes). Nesse personagem é nítida a evolução que a trama trouxe, conseguimos entender bem seus sentimentos e torcer por ele também, vemos a parte humana dos sodados de uma maneira que poucos filmes nos mostram e isso foi o diferencial do filme. Sem dizer também a visão da população iraquiana a respeito da guerra. Ou seja, Castelo de Areia traz uma visão mais humana em ambos os lados do conflito, e acabamos torcendo para que dos dois lados ajam vitoriosos e menos desentendimentos.

Mas acho que o principal do filme é mostrar que numa guerra quem sempre perde é a população, claro, ainda mais quando a nação invasora ataca com tudo que tinham e em dias conquistam a capitão iraquiana em total exemplo de presteza numa guerra convencional. Mas e depois? Depois é que vem o problema, e em Castelo de Areia vemos algo muito irônico, no caso aqui, o poderio dos EUA contra uma estação de bombeamento de água que mesmo com engenheiros formados em faculdades de qualidades não conseguem nunca fazer ficar pronta. Outra parte muito boa também é quando o soldado Ocre tem um diálogo com um iraquiano onde vemos o espanto dos dois ao perceberem qual diferentes são seus países, ainda mais quando Ocre descobre que no Iraque ninguém paga para estudar, nem para se formar engenheiro. Realidades opostas.

O que temos então é um filme excelente que não é apenas mais um filme, mas é aquele que vai te fazer pensar sobre todo o mundo e suas reviravoltas. Vale muito a pena assistir.

É isso aí turminha! até a próxima e não esqueçam de inserir o e-mail de vocês para sempre receberem nossas atualizações aqui no site. É bem simples, só inserir o e-mail e já era! E agora fiquem com o trailer do filme:

Related posts

Resenha: Quando Fazemos História (When We Rise)

Resenha: Quando Fazemos História (When We Rise)


Resenha: Quando Fazemos História (When We Rise)

QUANDO FAZEMOS HISTÓRIA (WHEN WE RISE) When We Rise, Quando Fazemos História no Brasil, trata-se de um documentário sobre a luta LGBT nos Estados Unidos desde a década de 70, até os dias de hoje. Atravessa gerações de uma mesma luta. Dividida em 8 episódios, escrita por Dustin Lance Black e...

Resenha: Em Quanto Conto – Carlos Lazzarotto

Resenha: Em Quanto Conto - Carlos Lazzarotto


Resenha: Em Quanto Conto - Carlos Lazzarotto

Olá, leitores. Hoje vocês vão ler um resenha de um livro repleto de contos curtos que vão tornar o seu dia mais feliz ou te fazer refletir um pouco mais sobre questões que às vezes passam sem ser notadas. E e esse livro que eu vos falo é "Em Quanto Conto", escrito por Carlos Lazzarotto. Caso...

Resenha – Star Wars:  The Clone Wars (Série)

Resenha - Star Wars: The Clone Wars (Série)


Resenha - Star Wars: The Clone Wars (Série)

Finalmente! Depois de muito tempo e dedicação consegui completar todas as temporadas da minha franquia preferida. Estou me referindo às 6 temporadas das guerras clônicas entre a República e a Federação do Comércio. Mas é necessário assistirmos os filmes de Star Wars para vir a curiosidade de...