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Sabe quando você está conversando com alguém e de repente ele fala de um filme, mas essa pessoa se entusiasma tanto que até você fica com vontade de assistir? Então, foi assim que aconteceu quando me disseram sobre esse filme. Meu pai falou tanto que achei que era algo realmente bom e que me surpreenderia, mas… Vamos ..

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Crítica: Os Sobreviventes – John Lyde (2014)

Sabe quando você está conversando com alguém e de repente ele fala de um filme, mas essa pessoa se entusiasma tanto que até você fica com vontade de assistir? Então, foi assim que aconteceu quando me disseram sobre esse filme. Meu pai falou tanto que achei que era algo realmente bom e que me surpreenderia, mas… Vamos ver a sinopse antes:

Quando a jovem Kate Mitra encontra um planeta habitável para o resto da humanidade, ela e sua tripulação saem em um teste, mas uma chuva de meteoros atinge a nave e eles são obrigados a pousar em um lugar desconhecido. Kate, o capitão Hunter, e os outros tripulantes são emboscados por guerreiros pós-apocalípticos, ameaçando sua existência.

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A belicosa heroína sem medo.

O filme começa mostrando que os efeitos especias são de filme categoria “B”, mas não como dos anos 90 que, mesmo sendo toscos, eram divertidos. Esse filme mostra cenas que, de alguma forma, parecem ser estranhas demais. A falta de recurso para o filme é percebida logo de início, sem dizer que, pelo jeito, estavam meios pobres pra tudo, já que até o roteiro é sem criatividade.

Os Sobreviventes : Foto

Essa cena é estranha. Mesmo com áudio original você não escuta o clamor por sangue dos figurantes de fundo que se esguelhavam.

Somos jogados numa estranheza só, salvo as partes em que vemos o interior de uma das espaçonaves e, a outra parte que vemos dela é apenas um fundo branco onde eles simulam seus treinamentos, na esperança de se preparar para tudo que vier pela frente, inclusive caso encontrem um novo planeta para morar, sim eles estão procurando um novo lar; sete espaçonaves são enviadas para procurar um novo planeta e começamos a viver a vida desses sobreviventes espaciais pela busca de um novo lar. Mas o filme dá um sensação de: já vi isso.

Quando o filme chega na Terra Desconhecida, vemos que lá há outros humanos, com capacetes e todas as parafernálias ao estilo Oblivion, igualzinho mesmo. Então começa a cenas genéricas de uma tribo querendo matar o desconhecido ou como chamavam, os Forasteiros. Sem falar na perseguição genérica com uns passos de parkou fajutas que até eu costumava realizar aos 20 anos de idade. Vemos depois um opositor a esse grupo de matadores que resolve ajudar os visitantes. Então vem a parte do resgate dos sobreviventes e começa algo tipo, já vi isso antes, de novo. Exemplificando: teu capitão está com a perna machucada e não pode andar, o kit médico está onde a nave caiu à 48 km de distância, e você tem uns 2 dias para salva-lo. Algo tipo Depois da Terra.

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O Capitão da perna quebrada e o mostro-humano-subterrâneo.

As teorias de evolução dos povos daquela nova terra é algo estranho. Explica-se que depois de 400 anos da partida das sete naves, os que ficaram se refugiaram no subsolo mas depois de muito, mas muito tempo, depois dos 400 anos, um grupo saiu das cavernas e buscou a vida na superfície e achou. Os que não saíram do subsolo se tornaram monstros destruidores de humanos comedores de carne… Ok… Levou 100 anos para essa evolução acontecer, mas se em 100 anos os outros humanos se tornaram besta, imagina como não seriam os humanos depois de 400 anos vivendo no subsolo? na verdade eles são humanos normais, polacos e de olhos claros… Tá, desisto, esse filme é fraco, não tem uma trama excelente e nos mostra xerox de tudo que já vimos nos filmes de ficção. Só salva o final quando a nave mãe entra na atmosfera da terra. Aquela cena foi muito boa e bem elaborada, embora tenha lembrado Independece Day, foi legal e não pareceu um Xerox. Mas têm partes que são muito bem pensadas como o idioma falado na terra do futuro e o smart-braço. hehehehe.

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