Título e Capa 4
Escrita / Enredo 5
Originalidade 5
Personagens 5
Final 5

Olá amiguinhos. Hoje eu gostaria de falar sobre um filme que eu amo demais, Questão de Tempo (About Time), com direção e roteiro de Richard Curtis. Vou colocar a sinopse do filme aqui e logo iniciarei os comentários. Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill ..

Summary 4.8 Incrível
Título e Capa 5
Escrita / Enredo 5
Originalidade 5
Personagens 5
Final 5
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Summary 5.0 Incrível

Crítica – Questão de Tempo (About Time)

Olá amiguinhos. Hoje eu gostaria de falar sobre um filme que eu amo demais, Questão de Tempo (About Time), com direção e roteiro de Richard Curtis. Vou colocar a sinopse do filme aqui e logo iniciarei os comentários.

Ao completar 21 anos, Tim (Domhnall Gleeson) é surpreendido com a notícia dada por seu pai (Bill Nighy) de que pertence a uma linhagem de viajantes no tempo. Ou seja, todos os homens da família conseguem viajar para o passado, bastando apenas ir para um local escuro e pensar na época e no local para onde deseja ir. Cético a princípio, Tim logo se empolga com o dom ao ver que seu pai não está mentindo. Sua primeira decisão é usar esta capacidade para conseguir uma namorada, mas logo ele percebe que viajar no tempo e alterar o que já aconteceu pode provocar consequências inesperadas.

Sabe aquele tipo de filme que te faz rir e uma hora depois faz você chorar igual a uma criança? Então, About Time é exatamente esse tipo de filme. Toda a comédia britânica nos é apresentada na primeira metade do filme, com Tim sendo apenas mais um cara atrás de uma namorada e passando por diversas situações, inclusive com a viagem no tempo, mas depois, com as reviravoltas que acontecem no filme, ele vai te deixando cada vez mais triste, a ponto de você chorar muito.

Falando sobre o filme em si, eu adorei o modo que a viagem no tempo foi usada. Algo simples, sem muita discussão e nem explicações mirabolantes que apenas os mais entusiastas entenderiam. É simplesmente um poder passado para todos os homens da família. Pronto, não precisa de mais nada. E também eu gostei muito do efeito borboleta do filme, onde existem certas regras na viagem, coisas que não devem ser feitas ou então o tempo irá mudar de um jeito não muito legal.

Gostaria de comentar brevemente sobre a família do Tim. Uma família bem diferente das demais, mas aquela família que, se fosse a família do seu amigo, você teria muita inveja dele. Pais legais, uma irmã tontinha e um tio muito desligado, mas que se veste extremamente bem. É interessante ver as subtramas deles durante a história, principalmente a da Kit Kat, irmã de Tim. Gostaria de falar mais sobre a família toda, mas não quero estragar a experiência de vocês com o filme.

Poderia deixar uma crítica imparcial sobre o filme, mas isso é impossível, pois, para mim, esse filme é uma obra de arte incrível. Algo que precisa apenas de uma boa equipe de filmagem, um ótimo diretor e atores incríveis, entre eles Bill Nighy, que entregou uma atuação impecável em todas as suas cenas, sendo esse um de seus melhores trabalhos.

Procurem também pela trilha sonora do filme. As músicas foram muito bem escolhidas, tanto até que eu escuto a música do Nick Cave quase todos os dias.

Um último adendo. Richard Curtis, o diretor/roteirista do filme escreveu também um dos melhores episódios de Doctor Who, Vincent And The Doctor. Não importa se você gosta da série ou sei lá o que, mas esse episódio vale a pena ser assistido por todo mundo. A simplicidade com a qual ele apresenta Van Gogh e todo o seu sofrimento durante sua vida é algo que realmente faz a pessoa derramar uma ou mil lágrimas.

Por hoje é só. Deixem nos comentários o que vocês acharam do filme e da resenha, sigam nossas redes sociais e assinem nosso site para ficar por dentro de tudo o que acontece nessa bagaça. Tomem cuidado com as viagens no tempo e aproveitem cada segundo da sua vida como se fosse o último. Vivam suas vidas como ela deve ser vivida, com muito amor e felicidade. Até a próxima, amiguinhos.

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