Título e Capa 4
Escrita / Enredo 3
Originalidade 5
Personagens 4
Final 4

Muito bem, pessoal! hoje irei falar do mais novo lançamento, e e acaba de sair dos cinemas direto para a Netflix. Sim O Espaço Entre Nós agora disponível antes mesmo do que qualquer um! Mas o que se passa nesse filme? pois bem, irei deixar a sinopse com vocês: O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) ..

Summary 4.0 great
Título e Capa 0
Escrita / Enredo 0
Originalidade 0
Personagens 0
Final 0
Summary rating from user's marks. You can set own marks for this article - just click on stars above and press "Accept".
Accept
Summary 0.0 bad

O Espaço Entre Nós – Peter Chelsom

Muito bem, pessoal! hoje irei falar do mais novo lançamento, e e acaba de sair dos cinemas direto para a Netflix. Sim O Espaço Entre Nós agora disponível antes mesmo do que qualquer um! Mas o que se passa nesse filme? pois bem, irei deixar a sinopse com vocês:

O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Britt Robertson).

A sinopse parece ser bem simples, mas o filme não é tão simples assim, temos uma interação muito interessante entre Gardner e sua vontade de conhecer a terra, já que nascera em Marte, mas isso não quer dizer que ele é um ser marciano verde com olhos estranhos, na verdade por fora ele é bem normal, o problema foi que ele nasceu com os ossos alongados demais por conta de uma gestação espacial, sim a mãe dele descobriu a gravidez no percurso à Marte, logo os médicos já sabiam que ele iria nascer com problemas diferentes, e outra coisa foi também que ele nasceu totalmente adaptado à gravidade marciana, sendo assim, tendo uma estrutura óssea com menos carbono que o normal. Isso tudo impediria o menino de voltar à terra e ter uma vida normal, já que isso acarretaria em problemas cardíacos grandes demais.

Tá, mas ele vem para a terra? Ok, vamos começar aos poucos. Primeiro vou começar com o que achei necessário, que é justamente o que o filme, em minha opinião de bosta fez de bom, foi que ele não enrola na parte sobre a jornada da mãe para marte, apenas vemos nos primeiros momentos o discuso de partida e depois alguns momentos deles no espaço á caminho, justamente com a astronauta Sara, passando os momentos de gravidez, em seguida já vemos cortes onde nos leva á marte e ao nascimento de Gardner. Mas tão rápido, sim, já que a narrativa breve vai nos mostrando o que aconteceu, e acho que o filme perderia o foco caso nos mostrasse a gravidez inteira dela. Bom, o que quero dizer é que o filme foi direto onde deveria, contar a história do moleque de 16 anos, criado por cientistas que queria conhecer a terra.

Agora, a essa altura, o principal da história já com seus 16 anos e sua curiosidade à mil nos mostra seu mundo, triste, vermelho e isolado. Sua existência foi praticamente escondida de toda à sociedade, já que a impressa não iria ir muito bem das pernas quando descobrissem que o pessoal escondeu um bebê, sem dizer que aí eles iriam querer trazer o menino de volta. Bom, esse momento em que dizem que irão trazer o menino de volta para a terra ficou meio confuso o motivo, mas não estragou, já que queria logo vê-lo vindo a terra e conhecendo um outro mundo.

Tudo o que é novidade você quer tocar, perguntar andar percorrer e sentir, o menino faz tudo isso, principalmente sentir o vento batendo no rosto, o barulho do mar ao redor e principalmente o sol no rosto. Tudo o que vemos no filme nessa parte é engraçado, e é a parte de os críticos disseram ser a comédia sem funcionalidade, (não entendo os críticos) já que essa é a parte que fez o filme ter mais vida e ser mais humano. Vemos que o piá é realmente esticado e sendo maior que muitos. A essa altura ele já está com sua “namorada” Tulsa que o ajuda a descobrir mais sobre o Planeta Terra. E também a ir atrás de seu pai perdido no mundo a fora.

O Espaço Entre Nós é muito bem apresentado e apresentou o que estava esperando, mesmo tendo características de Sick Lit, o que achei que seria nos finais desses estilos, não aconteceu e terminou bem, teve surpresas no final. Se você vai chorar vai depender do que te faz chorar. Minha esposa ficou braba comigo pelo fato de faze-la ver um filme que a fez chorar… Mas vou deixar que vocês saibam como vai terminar esse romance inédito e original.

Fiquem com a resenha

 

Related posts

RESENHA – CLASH, QUANDO CORAÇÕES SE PARTEM – NICOLE WILLIAMS

RESENHA - CLASH, QUANDO CORAÇÕES SE PARTEM - NICOLE WILLIAMS


RESENHA - CLASH, QUANDO CORAÇÕES SE PARTEM - NICOLE WILLIAMS

Certas coisas não mudam nunca: Jude e Lucy sentem uma paixão intensa e avassaladora um pelo outro, e brigam com a mesma intensidade. Cada vez mais incomodada com os holofotes em Jude – e com a quantidade de mulheres em torno dele –, Lucy quer segurar seu bad boy enquanto treina para ser a...

RESENHA – OS INCRÍVEIS 2 – BRAD BIRD

RESENHA - OS INCRÍVEIS 2 - BRAD BIRD


RESENHA - OS INCRÍVEIS 2 - BRAD BIRD

Após 14 anos de espera, a família preferida de heróis retorna às telonas, com uma comédia mostrando dramas e dificuldades dos super-heróis e, ao mesmo tempo, mostrando o valor da família e o companheirismo dos mesmos. A trama de Os Incríveis 2 começa imediatamente após o término do primeiro...

Crítica – Se Enlouquecer, Não Se Apaixone (2010)

Crítica - Se Enlouquecer, Não Se Apaixone (2010)


Crítica - Se Enlouquecer, Não Se Apaixone (2010)

Às vezes fico me perguntando o motivo de muitas pessoas hoje em dia acharem algo como suicídio ser tão interessante. Algo incabível para minha consciência. A sociedade está cruel, para dizer a verdade, chegam até a criar jogos que botam em riscos os jovens com a falta de endorfina, serotonina...