Título e Capa 2
Escrita / Enredo 4
Originalidade 4
Personagens 2
Final 3

Sou acostumada (em parte das vezes) ler livros em que a história me prende de tal maneira que eu não consigo parar de virar as páginas. Sabe aquele suspense que você fica tão entretido querendo saber quem é o culpado da história que simplesmente vai virando as páginas sem nem perceber? Então, esse é só ..

Summary 3.0 good
Título e Capa 5
Escrita / Enredo 5
Originalidade 5
Personagens 5
Final 5
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Resenha – Armadilhas da Mente; Augusto Cury

Sou acostumada (em parte das vezes) ler livros em que a história me prende de tal maneira que eu não coarmadilhas da mente augusto curynsigo parar de virar as páginas. Sabe aquele suspense que você fica tão entretido querendo saber quem é o culpado da história que simplesmente vai virando as páginas sem nem perceber? Então, esse é só um dos casos de livros que te prendem a história e te fazem devorá-la, muitas vezes, em poucos dias ou até em poucas horas.

O livro “Armadilhas da Mente”, não funciona assim. Não é uma história que você lê de um fôlego só, não por ser uma história que não te prende, mas por ser uma história mais complexa, com ares filosóficos, vários passeios pela área da psique humana e diversas teses sobre a mesma… Então não tem como ler tudo de uma vez, tem que ir lendo aos poucos, para assimilar as ideias.
Ler, dar uma respirada, refletir e depois de um tempo voltar a ler.

No enredo desse romance temos Camille, uma mulher rica, com diversos diplomas universitários em seu currículo, casada com um banqueiro rico, com todas as portas abertas para ser uma pessoa feliz, mas que mesmo assim, se vê atada a diversas fobias sociais e tendências depressivas. Mesmo tendo tantos problemas e precisando seriamente de tratamento, é uma pessoa extremamente fechada e difícil, não se dispondo a nenhum tipo de tratamento psiquiátrico, até conhecer o Dr. Marco Polo…
Bem, é aquele clichê, né? Uma mulher rica, que é triste. Ou seja, o dinheiro não traz felicidade… (dá o seu pra mim então, haha). Bem, eu não concordo com esse clichê, afinal, é melhor ser triste no ônibus lotado das seis da manhã ou fazendo compras em Paris?
Mas enfim, acho que uma das ideias centrais do livro é dizer que doença mental não escolhe classe social, raça ou cor (coisa que todo mundo já sabe) além de, é claro, ter apresentada as teorias sobre a mente humana que o autor acredita.
O livro é repleto de frases de efeito, daquelas que seus colegas que querem parecer cultos publicam no Facebook (mesmo nunca tendo lido mais que um livro na vida) e cheio de reflexões sobre a mente. Muitas menções a filósofos e suas teses.

Na minha análise geral, considerei este livro mediano. Ele de fato tem ótimos ensinamentos, mas por ter em foco a personagem cheia de problemas, assume um ar muito depressivo.
Bem, é um bom livro para a galera que estuda humanas… Que estuda psicologia… Essas coisas.
Mas é sempre bom para qualquer um embarcar em histórias assim, para refletir um pouco sobre as doenças que muitas vezes atingem pessoas próximas a nós. Afinal, dizem que a depressão é a doença do século.
Então leiam, façam suas análises, reflitam e digam o que acham! Até a próxima galera!

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