Título e Capa 3
Escrita / Enredo 1
Originalidade 2
Personagens 2
Final 3

Guerra, matança, jogos de poder, atos de crueldade… Tem tudo e isso e um pouco mais em “Prince of Thorns”. Jorg, teve sua mãe e seu irmãozinho assassinados cruelmente na sua frente quando ainda era uma criança e assistiu tudo isso envolvido pelo abraço de uma roseira-brava. Após a experiência e com as cicatrizes deixadas ..

Summary 2.2 Bom
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Escrita / Enredo 0
Originalidade 0
Personagens 0
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Resenha – Prince of Thorns; Mark Lawrence

Guerra,prince of thorns mark lawrence matança, jogos de poder, atos de crueldade… Tem tudo e isso e um pouco mais em “Prince of Thorns”.

Jorg, teve sua mãe e seu irmãozinho assassinados cruelmente na sua frente quando ainda era uma criança e assistiu tudo isso envolvido pelo abraço de uma roseira-brava. Após a experiência e com as cicatrizes deixadas pelos espinhos da roseira por todo seu corpo, ele só quer uma coisa: vingança.
Aos 10 anos se junta a um grupo de assassinos e aos 14 já é o comandante dos mercenários. Ele jurou vingança e jurou ganhar o jogo de poder do império, afirmando que aos 15 anos será rei. Será que ele vai conseguir?
Depois dessa sinopse, vamos a minha opinião.

Primeiro gostaria de falar sobre a estética do livro. Gostei bastante desse jogo de páginas pretas ao longo do livro com citações pequenas sobre cada personagem em cada página negra. Dá um ar ainda mais gótico trevoso a história. Um ponto positivo.

Em segundo, na minha opinião você pode ter uma história incrível, mas se sua narrativa não for atraente, vai tudo por água abaixo. E se teve algo que eu não gostei nesse primeiro livro da trilogia de “Mark Lawrence”, foi a narrativa/escrita.
As falas dos personagens são todas introduzidas utilizando aspas. Nada de travessão. Então as frases de personagens diferentes ficam muito “coladas” uma na outra. Diversas falas num mesmo parágrafo, apenas indicadas por aspas. Falas dentro de falas. Aspas dentro de aspas. Eu achei que isso tornou a leitura confusa.
Sei que isso é uma forma de escrita existente, mas prefiro a forma tradicional para implantar falas, usando o bom e velho travessão. Um ponto negativo.

A narrativa também se alterna entre presente (Jorg com 14 anos, comandando os mercenários) e passado (Jorg de 10 anos, antes de se juntar aos mercenários).

Concluindo… Acredito que pelo fato de a escrita não ter me agradado, isso contribuiu muito para a história em si não me agradar.
No fim das contas, virei e virei e virei as páginas e nada me surpreendeu ou conquistou.
A história do Príncipe dos Espinhos não ganhou minha afeição, quem sabe isso mude no próximo livro… Ou não…
E você, o que achou?

Até a próxima!

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