Mundo das Resenhas
A Escolha – Kiera Cass A Escolha – Kiera Cass
America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de... A Escolha – Kiera Cass

America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais… No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada.

Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas, America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes…

Terceiro livro da série “A Seleção” —Livro que encerra o primeiro ciclo da seleção, nos revelando quem, de fato, será a nova princesa de Illeá.

No final do segundo volume da série, A Elite, acompanhamos a decisão de América de finalmente competir pelo coração de Maxon, mas, o que ela não esperava, é que o príncipe também está balançado por Kriss. 

Não é preciso dizer que Aspen continua rondando a garota (essas cenas são as mais maçantes, pois, parece que o personagem não consegue entender que América não quer nada com ele), mas embora o livro contenha muitas cenas desnecessárias (na minha opinião) envolvendo o casal, a questão social do país foi abordada de maneira muito mais detalhada e emocionante.

“Parece que acabei de dar as coordenadas para que vocês nos ataquem. Quero apenas lembrá-lo de que nunca matamos nenhum conselheiro ou funcionário real e evitamos feri-los a todo custo. Nosso objetivo sempre foi acabar com as castas. Para isso, precisávamos de uma prova de que Gregory fora o homem que sempre nos contaram que tinha sido. Temos essa prova agora, e America deu pistas suficientes para nos sentirmos seguros em usar isso a nosso favor. Mas não queremos. A não ser que seja extremamente necessário”.

Kiera Cass conseguiu, além de amadurecer América, tornar a história mais interessante. Os rebeldes estão cada vez mais violentos, não se importando com quantos vão matar para conseguirem seus objetivos, do outro lado, temos August, herdeiro de Gregory Illeá, que tenta, com sua namorada, Georgia criar uma aliança com Maxon, a fim de que as catas acabem e, por consequência, o país se torne um lugar justo e melhor para todos.

A nossa amada ruiva aprende a se comportar um pouco melhor, mas claro, sem deixar de lado a impulsividade e o jeito único que encanta tanto a população. Embora seja adorada pelas pessoas, América, por vezes, desafia o Rei, que acaba querendo expulsá-la do programa diversas vezes ao decorrer da trama.

“As portas se abriram com força. O rei Clarkson entrou de repente, enquanto a rainha Amberly e Maxon esperavam no corredor. Ele agarrou meu braço — felizmente não o ferido — e me arrastou para fora da sala”.

Além do amadurecimento de América, podemos acompanhar o crescimento de outros personagens e até mesmo suas perdas, o que torna tudo ainda mais emocionante, tornando esse, na minha opinião, o melhor dos 3 livros. 

#bonus – Quotes

De súbito, Maxon me encarou, segurando minhas mãos.

— Diga, America. Por favor. Diga que me ama, que quer ser só minha.

— Não posso ser só sua com as outras garotas aqui.

— E não posso mandá-las de volta sem ter certeza dos seus sentimentos.

— E não tenho como dar certeza sabendo que amanhã você pode fazer a mesma coisa com Kriss.

— Fazer o que com Kriss? Ela já viu meu quarto, já disse.

— Não isso. Dar esperanças a ela. Fazê-la ter a sensação de que…

— De que…? — ele quis saber depois de esperar um segundo.

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Sthephanie Figueiredo

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Franklin
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Franklin
8 meses atrás

Amo os livros que indica.

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