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Resenha O Diário do Chaves – Roberto Gómez Bolaños Resenha O Diário do Chaves – Roberto Gómez Bolaños
Sinopse: “Escrito” pelo próprio Chaves, este livro traz uma coleção de pensamentos e situações envolvendo a turma do programa de TV: Seu Madruga, Kiko,... Resenha O Diário do Chaves – Roberto Gómez Bolaños

Sinopse:

“Escrito” pelo próprio Chaves, este livro traz uma coleção de pensamentos e situações envolvendo a turma do programa de TV: Seu Madruga, Kiko, Chiquinha e muitos outros estão presentes no livro. Primeiro livro de ficção sobre Chaves a ser lançado no Brasil, o “Diário do Chaves” desvenda histórias nunca reveladas pelo personagem na série de TV, que há mais de 20 anos vinha alcançando altos índices de audiência no país. A obra traz ainda ilustrações feitas pelo autor.

RESUMO

Em O diário do Chaves, o autor nos dá uma descrição detalhada de cada um dos personagens que ao longo do tempo desfilaram por este programa e que se ajustam a um certo tipo de vida da classe média baixa mexicana, com seus problemas, sonhos e angústias do cotidiano que nos levam a uma melhor descrição das relações interpessoais que ocorrem naquele conglomerado de pessoas comumente chamado de vila.

Sem dúvida é importante mencionar como começa a história do nosso personagem e como ele realiza uma série de incidentes, parece estar localizado na vila onde toda uma ação acontece.

Além de descrições, ele narra uma série de ações engraçadas e mal-entendidos que estão o tempo todo, por meio de uma linguagem muito alegre e clássica do autor que ele tem utilizado.

Além disso, o diário do chaves, nos dá uma série de histórias que aconteceram com o elenco em algumas turnês por países da América do Sul, que permanecem como memórias muito valiosas na mente do elenco, como parte de um programa que agradece a ROBERTO GOMEZ BOLAÑOS (CHESPIRITO) poderia ser feito, e que até hoje continuamos a nos divertir em todas as latitudes.

O DIARIO DO CHAVES RESENHARESENHA DIÁRIO DO CHAVES

O diário do chaves foi escrito por ele mesmo – Roberto Gómez Bolaños. São histórias contadas por chaves sobre cada personagem, muitos fatos são os que se passam na vila, mas nos são respondidas muitas perguntas que sempre fizemos. como:

  • de onde o chaves veio?
  • quem era o tal amigo “Cent” dele?
  • onde ele mora na vila?

Mas no contexto geral, é muito engraçado o livro, mas também tem partes que me deixaram muito triste… (não dar spoilers, né?)

Pergunta: quem não gosta de chaves?

R: é difícil as pessoas não gostarem de chaves, conheço pessoas de todas as idades que gostam ( meu sobrinho de 1 ano e meio, fica quieto e assiste quando eu coloco pra ele, as vezes até ri, não sei se ele entende mas, se ele ri é bom).

Para quem é um verdadeiro fã de chaves, não pode deixar de ler.

Não é um livro muito grande, 176 páginas e tem bastante gravuras, assim, muitas crianças se interessam em ler também.

 

Diário do Chaves – Roberto Gómez Bolaños

O Diário do Chaves, escrito em 1995 pelo criador do personagem, Roberto Gómez Bolaños, é o livro que encerra de forma brilhante a trajetória de uma das figuras mais amadas da televisão mundial. Considerado canônico pelo Grupo Chespirito, a obra é um mergulho no divertido universo que Bolaños desenvolveu para o programa mexicano, cujas exibições tiveram início em 1972 e se estenderam até meados dos anos 1990, com direito à participação de Chiquinha, Quico, Seu Madruga, Dona Florinda, Professor Girafales, Senhor Barriga, Dona Clotilde e demais personagens, às voltas com os bordões e as confusões que tanto caíram nas graças do público brasileiro. Tudo começa quando um menino pobre conhecido apenas como Chaves se oferece para engraxar os sapatos de um homem. Esse homem é ninguém mais, ninguém menos, que o próprio Bolaños. Por conta desse inusitado encontro, um surrado caderno cheio de anotações do garoto acaba nas mãos do autor, que, após se encantar com tudo o que ali estava relatado, decide publicar o material sob o título O Diário do Chaves. Por um breve e fantástico momento, o criador se viu frente a frente com sua criação, e, graças a isso, pôde lhe prestar a devida homenagem e deixar registrada sua emocionante despedida. Além de trazer a obra completa, com uma narrativa repleta de fatos inéditos a respeito da vida do Chavinho, como sua trajetória antes de chegar à vila do Seu Barriga, a edição da Pipoca & Nanquim também é um trabalho documental, pois apresenta diversos extras exclusivos. O livro inclui um lindo registro de Florinda Meza (esposa de Bolaños e intérprete de Dona Florinda e Pópis) sobre a trajetória meteórica do elenco original em apresentações pelo continente, um texto sobre toda a cronologia do seriado televisivo e sua repercussão no Brasil, um caderno de fotos repleto de curiosidades sobre os bastidores de produção, uma biografia do autor, capa dura com arte do brasileiro Thobias Daneluz, e mais: as ilustrações originais da obra, feitas à mão também por Roberto Gómez Bolaños. Uma publicação digna de constar na prateleira de todos os fãs de um dos melhores seriados humorísticos de todos os tempos.


Trechos

“Nesta vida há coisas que são caras porque custam muito dinheiro e outras que custam muito pouco e que por isso são baratas.
Eu, por exemplo, sou um menino barato.
Por isso, a Chiquinha me olha com muita pena e me diz:
– Pobre Chavinho! Você não tem pena de ser você?

 

Mas o que é que eu posso fazer? Porque muitas vezes nos perguntaram o que gostaríamos de ser quando crescêssemos, e eu nunca soube responder nada.”

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Wesley

Formado em Letras, fascinado pelos livros de Harlan Coben e também escreveu alguns livros, como Sobrevientes do Apocalipse, A Porta Oculta e Sete Almas

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