Título e Capa 4
Escrita / Enredo 4
Originalidade 3
Personagens 4
Final 4

Sim amiguinhos, hoje vamos falar de uma série que chegou como uma surpresa para todos nós. Frontier, série produzida pela Netflix e Discovery Canadá, protagonizada por Jason Momoa (AquaDrogo). Uma série que mostra as intrigas e conspirações no comercio de peles na fronteira entre Estados Unidos e Canadá, no século XVIII. O primeiro ponto positivo ..

Summary 3.8 Ótimo
Título e Capa 5
Escrita / Enredo 5
Originalidade 5
Personagens 5
Final 4
Summary rating from 1 user's marks. You can set own marks for this article - just click on stars above and press "Accept".
Accept
Summary 4.8 Incrível

Resenha – Frontier (Série Original Netflix)

Os três protagonistas da série. Da esquerda para a direita, Landon Liboiron (Michael Smyth), Jason Momoa (Declain Harp) e Alun Armstrong (Lord Benton)

Os três protagonistas da série. Da esquerda para a direita, Landon Liboiron (Michael Smyth), Jason Momoa (Declan Harp) e Alun Armstrong (Lord Benton)

Sim amiguinhos, hoje vamos falar de uma série que chegou como uma surpresa para todos nós. Frontier, série produzida pela Netflix e Discovery Canadá, protagonizada por Jason Momoa (AquaDrogo). Uma série que mostra as intrigas e conspirações no comercio de peles na fronteira entre Estados Unidos e Canadá, no século XVIII.

O primeiro ponto positivo para essa série é o fato da primeira temporada ter apenas seis episódios. Sim, você não precisa desprender muito tempo para assistir a série. Menos de seis horinhas e você termina a primeira temporada. E que primeira temporada. O primeiro episódio é um pouquinho morto, afinal é nesse episódio que a série te coloca a par de toda a trama, todo o mundo dos comerciantes de pele, e o que eles fazem para viver. Do segundo episódio em diante, é machado voando pra tudo que é lado, sangue jorrando aos montes, peles e mais peles e alguns escoceses.

Particularmente o que me fez ver essa série foi o Jason Momoa. Não por que eu sou um mega fã dele, que vê tudo o que ele faz, mas sim porque eu não conheço muitos trabalhos dele, e quero ver se ele atua bem para fazer um bom filme do Aquaman. Devo dizer que gostei muito da atuação dele. Seu personagem, Declan Harp, é um homem amargurado e um pouco truculento, que não tem pena de matar seus inimigos com um simples arremesso de faca. Quando você descobre mais sobre o passado de Harp, você percebe que Momoa entrega toda aquela dor contida, aquela dor velada, que Harp não deixa aflorar. Porém, em uma determinada cena, que eu acho que é o ápice da interpretação de Momoa nessa série (não porque ele só conseguiu fazer essa cena, mas porque é a que mais exige atuação mesmo), ele libera toda a dor que sente durante tempos. É algo ao mesmo tempo triste e lindo. Triste por causa da situação da cena e lindo porque você acredita mesmo na atuação.

Sobre atuação, os outros personagens não ficam para trás. Desde a dona da taverna, passando pelo imigrante irlandês, e chegando ao líder de uma das maiores, se não a maior, empresa de venda de peles. Todos eles nos entregam atuações lindas.

Outro ponto importante a se falar é de toda a relação entre os nativos e os imigrantes. Você consegue ver claramente a tensão entre esses povos. Principalmente entre o povo do Lago Walker e Harp, afinal Harp é metade irlandês e metade Cree, uma tribo indígena. Isso é bem explorado nos episódios, e rende uma boa subtrama.

A trama pode se mostrar um pouquinho confusa no primeiro episódio, mas depois ela consegue encontrar seu ritmo e nos entregar uma história bem coesa. Porém, uma coisa que eu não gostei é que, na série, não existe a sensação de distância. Todas as viagens que eles fazem parecem ser como um passeio ao parque, pois nos dá a impressão de que é tudo perto, inclusive a viagem Londres/Estados Unidos onde, mesmo eles falando que dura pelo menos 15 dias, parece que durou uma tarde, pois a série é muito rasa com essa questão.

Considerações finais

Recomendo Frontier para pessoas que gostam de histórias que se passam na época da colonização dos EUA. É muito interessante ver a mistura entre americanos, nativos e estrangeiros. Também recomendo pelo fato de ser apenas seis episódios, pois é super rápida de assistir.

Essa foi a resenha de hoje. Se você curtiu a resenha, por favor, deixe sua opinião nos comentários. Não se esqueça de curtir nossas redes sociais e se inscrever no nosso site. Até a próxima

Compartilhe
Share

Related posts

RESENHA – NASCIDA À MEIA NOITE – C.C. HUNTHER

RESENHA - NASCIDA À MEIA NOITE - C.C. HUNTHER


RESENHA - NASCIDA À MEIA NOITE - C.C. HUNTHER

“Kylie Galen está na pior. Seus pais vão se divorciar, seu namorado acaba de romper com ela e, uma noite depois de ser presa por estar na festa errada, com as pessoas erradas e na hora errada, sua mãe a manda para Shadow Falls -um acampamento para adolescentes problemáticos, localizado numa...

Macunaíma: O retrato cultural de uma nação

Macunaíma: O retrato cultural de uma nação


Macunaíma: O retrato cultural de uma nação

******************************NÃO contém spoiler****************************** Macunaíma: O Herói Sem Nenhum Caráter Autor: Mário de Andrade Editora: Penguin Companhia / Gênero: Clássicos brasileiros / Idioma: Português / 232 páginas Bordão do protagonista: "Ai que...

Pequenas Realidades: Bizarro, medíocre & decepcionante.

Pequenas Realidades: Bizarro, medíocre & decepcionante.


Pequenas Realidades: Bizarro, medíocre & decepcionante.

******************************NÃO contém spoiler****************************** Autora: Tabitha King / Tradução: Regiane Winarski Editora: Darkside Books / Gênero: Thriller Psicológico / Idioma: Português / 420 páginas Publicado pela primeira vez no Brasil em 1985 pela extinta editora...

Leave a comment