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RESENHA DO LIVRO O INOCENTE Após a leitura de um prólogo realizado em forma de retrospectiva da vida de Matt Hunter, que é narrado... RESENHA DO LIVRO O INOCENTE

RESENHA DO LIVRO O INOCENTE

Após a leitura de um prólogo realizado em forma de retrospectiva da vida de Matt Hunter, que é narrado em segunda pessoa, temos a narrativa feita no presente em terceira pessoa.

O Inocente é um thriller tortuoso sobre a vida de Matt, que acredito eu, irá deixar todos os leitores tendo noites em claro até terminar a leitura.

O Inocente ganha previsão de estreia e título Oficial na Netflix

Agora, cinco anos após sua libertação da prisão, ele não consegue acreditar na sorte que ele está tendo, pois conseguiu um emprego como paralegal no escritório de advocacia de seu falecido irmão e também tem uma esposa linda e amorosa que acabou de descobrir que está grávida.

RESENHA DO LIVRO O INOCENTE, RESENHA: O INOCENTE - HARLAN COBEN

A narração nítida e pensativa de Coben nos hipnotiza. Os leitores são atraídos para o mundo de pesadelo de Matt Hunter que, naquele prólogo perturbador, é atacado por uma gangue de garotos de fraternidade bêbados e acidentalmente mata um deles, é considerado culpado de assassinato, cumpre 9 anos de pena.

Após a sua penitência ele pega os pedaços de sua vida para tentar reconstruí-la, se casa com uma mulher amorosa e está à beira da paternidade quando recebe um telefonema sinistro. 

E isso é só para começar a narrativa do Mestre das noites em claro. Coben mantém a história em constante movimento, mudando de para o ponto de vista das angústias de Hunter para as do detetive de homicídios Loren Muse, uma ex-católica que está investigando o assassinato de uma freira com implantes mamários. 

O ritmo é rápido e furioso enquanto Hunter e Muse correm ao longo de sua “rota de colisão”, mas a entrega calma e calculada de Harlan Coben ajuda os leitores a aguentarem as “curvas fechadas”. 

De uma prostituta afro-americana e uma mãe idosa superior a um ex-condenado durão e um detetive particular sexy, Coben conjura uma combinação vocal adequada para cada personagem. Na verdade, os esforços combinados do autor e do narrador resultam em uma escrita tão eletrizante que um epílogo voltando ao ponto de vista da segunda pessoa mal dilui essa experiência satisfatória geral. 

Há um número recorde de reviravoltas de cair o queixo e, desta vez, Coben supera Jeffery Deaver (escritor de O Colecionador de Ossos, A Cadeira Vazia, entre outros…) como o conspirador mais generoso de thrillers e, como de costume, cada vez mais deles desafiam a crença.

Recomendo muito para que leiam o livro, pois em breve teremos uma Série que será lançada pela Netflix. E de acordo com as séries que estão sendo adaptadas pela netflix, estão ficando muito fiéis às obras, pois um dos produtores executivos da série é o Próprio Harlan Coben.

 

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Wesley

Formado em Letras, fascinado pelos livros de Harlan Coben e também escreveu alguns livros, como Sobrevientes do Apocalipse, A Porta Oculta e Sete Almas

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[…] incluem “Win”, “O Menino do Bosque“, “O Inocente” e “Não Fale com Estranhos.” Ele também é o criador e produtor executivo dos […]

Crítica: O Inocente - Minissérie de Harlan Coben na Netflix
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