Título e Capa 3
Escrita / Enredo 3
Originalidade 3
Personagens 4
Final 4

Sinopse: “A terra arde com o fogo de centenas de batalhas enquanto lords e pequenos reis lutam pelo Broken Empire. O longo caminho para vingar o massacre de sua mãe e irmão mostrou para o Príncipe Honorous Jorg Ancrath os atores por trás dessa guerra sem fim. Ele viu o jogo e se comprometeu a ..

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Resenha – King Of Thorns – Mark Lawrence

king of thorns mark lawrenceSinopse:

“A terra arde com o fogo de centenas de batalhas enquanto lords e pequenos reis lutam pelo Broken Empire. O longo caminho para vingar o massacre de sua mãe e irmão mostrou para o Príncipe Honorous Jorg Ancrath os atores por trás dessa guerra sem fim. Ele viu o jogo e se comprometeu a varrer o tabuleiro. Primeiro, entretanto, ele deve reunir suas próprias peças, aprender as regras do jogo, e descobrir como rompê-las.”

Em “King Of Thorns”, segundo livro da trilogia dos espinhos e o preferido do Rick Riordan, segundo a opinião dele na contracapa, somos mais uma vez levados nas “aventuras” do agora rei Jorg.
O livro dá um salto no tempo e nos leva ao rei Jorg já com 18 anos e com uma guerra batendo em sua porta, com todas as probabilidades de vitória jogando contra ele. Ao longo das páginas, a narrativa se alterna entre o presente e o passado, de volta ao Jorg de 14 anos, logo após ganhar a coroa de rei. Além da narrativa da complexa vida de Jorg, temos o diário de Katherine, nos fornecendo seu ponto de vista. Guerra, violência, sangue, basicamente tudo o que teve no primeiro volume, se repete nesse. Agora vamos a minha avaliação.

O começo da história me assustou. Do nada me deparei com um Jorg de 18 anos, foi bem inesperado. E confuso.
O inicio da história foi confuso porque você não entende porque tudo aquilo está acontecendo. Porque uma guerra bate na porta de Jorg. Novos personagens são inseridos. Dá um nózinho na mente. E a narrativa, como citei na resenha de Prince Of Thorns, por usar o estilo de fala com aspas ao invés de travessão, dá um ar mais confuso ainda.

Eu ouso dizer que esse livro é um quebra-cabeça. Você começa a leitura com uma imagem da história no geral, mas sem saber quais peças foram usadas para moldar aquela história. E conforme os capítulos vão passando, as peças vão sendo fornecidas. Você começa a encaixar os fatos. Entender porque tudo aquilo está acontecendo no presente, depois de ler o que aconteceu no passado. Tudo se junta. Tudo se encaixa. Tudo faz sentido.
Então não se preocupe se você achar o começo um pouco extenuante, confesso que pensei em abandonar o livro antes das primeiras 100 páginas, mas quando as peças finalmente começaram a se encaixar, as reviravoltas começaram a acontecer… Aí nem me passou mais pelo cabeça tal possibilidade.

Porém, assim como em “Prince Of Thorns”, a forma de narrativa influencia muito. E ao final, posso considerar esse livro apenas como bom. O final deixa sim uma leve pontada de interesse pelo terceiro livro, que ao que tudo indica, conterá mais violência ainda. Veremos se lerei ou não.

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