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Resenha: Morte de Tinta – Cornelia Funke Resenha: Morte de Tinta – Cornelia Funke
Sim amiguinhos, finalmente vamos encerrar nossas aventuras pelo Mundo de Tinta, com o último livro da trilogia Mundo de Tinta, Morte de Tinta, escrito... Resenha: Morte de Tinta – Cornelia Funke

Sim amiguinhos, finalmente vamos encerrar nossas aventuras pelo Mundo de Tinta, com o último livro da trilogia Mundo de Tinta, Morte de Tinta, escrito por Cornelia Funke e lançado aqui em terras brazucas pela editora Seguinte. Vou colocar a sinopse do livro e depois digo minhas opiniões sobre o mesmo.

Mo e sua filha Meggie acabaram transitando entre essa fronteira; viveram um bocado de aventuras nessas viagens e conheceram milhares de personagens incríveis – muitos deles malvados até a alma. Desta vez, com a ajuda de Farid, Resa, Violante e outros, Mo enfrenta o mais terrível de todos os vilões, o Cabeça de Víbora, numa batalha final, de vida ou morte.

Mas, antes dela, personagens já conhecidos dos livros anteriores vivem suas aventuras. Fenoglio, o autor de Coração de tinta, tem que combater Orfeu, plagiador que se utiliza de passagens de seu livro para reescrever e manipular a história. Meggie, ao se apaixonar por Farid, se depara com as alegrias e decepções do primeiro amor. E Mortimer, nosso herói, que no Mundo de tinta assume a personalidade do Gaio, espécie de Robin Hood, tem que lutar contra o próprio personagem que interpreta, já que pouco a pouco começa a se confundir com ele e a se esquecer de quem é no mundo real.

Tentei trazer a melhor sinopse que eu encontrei, sem jogar muitos spoilers. Dei uma alterada também, tirando algumas informações que seriam chatas de ler, antes de ter lido o livro.

Enfim, se você ainda não leu o segundo livro, eu recomendo que vocês o leiam, pois não tem como falar da trama principal do último livro sem spoilar o final do segundo. Então, você está avisado.

Muitas coisas aconteceram entre o segundo e o terceiro livro. A mais interessante delas foi Mortimer finalmente começar a interpretar o papel de Gaio, algo como um Robin Hood. A transformação dele foi uma das coisas mais interessantes do livro. Outra coisa que eu achei bem interessante foi a transformação pessoal de cada um dos personagens, desde os protagonistas aos coadjuvantes. Cada um deles teve seu peso para a história.

Outra coisa que eu gostei bastante foi o quanto Orfeu mexeu com o mundo de Fenóglio. Não posso falar mais, mas ele faz algumas mudanças bem chatas.

Tem mais umas coisinhas que eu gostaria de falar, mas aí são spoilers, e eu sei que quem solta spoiler de graça não tem coração, então vou parar por aqui mesmo.

Considerações finais

Dos três livros, o que eu mais demorei para ler foi Morte de Tinta. O começo dele é um pouco arrastado, mas depois que engata o ritmo não te deixa mais parar de ler. Você realmente tem vontade de conhecer ou ser um Língua Encantada para passar o portal das letras e conhecer pessoalmente o Mundo de Tinta.

E com essa resenha eu FINALMENTE termino de falar sobre a trilogia Mundo de Tinta. Não se esqueçam de comentar suas opiniões sobre a trilogia. Compartilhem 

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Jeff Pereira

Nerd, projeto de escritor, leitor e, nas horas vagas, viajante do tempo.

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